terça-feira, 20 de janeiro de 2009
§ Rosa dos Pecados §
Um Brilho Ofuscante a noite
Crianças dormem
Sem pecados a confesar
Ou misericordia a suplicar
Contando e negando as reais aparencia
De sua pequena insignificancia
Insuportavel caregar tal pecado
Sobre as asas do acaso
Que se vendem as ventanias do Sul
E ainda sim se entregam as delicias do Norte
Onde será que foi?
Acaso ao Leste esteve?
Não compete a si mesmo julgar
Pelo sol que nasce do Oeste
Por acaso sonhou assim?
Por acaso passou por aqui?
Pelas passagens roubados
Que um dia serão tomadas pelos ventos
Para que as crianças não mais voltem a pecar
Era isso que tinhas a encinar?
O ofuscante brilho escuro
Que compete a escuridão do Sol
Onde sera que esta?
Quem roubou um pedaço do Ceu?
Acaso lhe faltou um pedaço desde de o dia da criação?
Acaso o sul despencou ao Norte?
Ou será o contrario?
Um pedaço da morte...
Onde esta o pedaço de vida que lhe foi tomado?
Onde esta a morte presenteda ao não vivo?
Onde esta a jovialidade do velho?
Onde esta a maturidade da criança?
Onde estou?
Acaso sabes quem sou?
Crianças dormem
Sem pecados a confesar
Ou misericordia a suplicar
Contando e negando as reais aparencia
De sua pequena insignificancia
Insuportavel caregar tal pecado
Sobre as asas do acaso
Que se vendem as ventanias do Sul
E ainda sim se entregam as delicias do Norte
Onde será que foi?
Acaso ao Leste esteve?
Não compete a si mesmo julgar
Pelo sol que nasce do Oeste
Por acaso sonhou assim?
Por acaso passou por aqui?
Pelas passagens roubados
Que um dia serão tomadas pelos ventos
Para que as crianças não mais voltem a pecar
Era isso que tinhas a encinar?
O ofuscante brilho escuro
Que compete a escuridão do Sol
Onde sera que esta?
Quem roubou um pedaço do Ceu?
Acaso lhe faltou um pedaço desde de o dia da criação?
Acaso o sul despencou ao Norte?
Ou será o contrario?
Um pedaço da morte...
Onde esta o pedaço de vida que lhe foi tomado?
Onde esta a morte presenteda ao não vivo?
Onde esta a jovialidade do velho?
Onde esta a maturidade da criança?
Onde estou?
Acaso sabes quem sou?
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
§ Soneto Para as Crianças §
A consiencia de uma Criança
Parada e pensante
Partindo avante
Aquilo tudo que não se conhece
Pensamentos isolados
Controlados por um pensamento tão distanteI
maginação!
Pelos cavalos alados da razão
Esta pequena contradição
Intolerante a distancia
Vivente da indiferença
Consentrada na ilusão
De crianças que pecam
E não têm coração
Parada e pensante
Partindo avante
Aquilo tudo que não se conhece
Pensamentos isolados
Controlados por um pensamento tão distanteI
maginação!
Pelos cavalos alados da razão
Esta pequena contradição
Intolerante a distancia
Vivente da indiferença
Consentrada na ilusão
De crianças que pecam
E não têm coração
sábado, 17 de janeiro de 2009
§ O Papel do Sol §
Eu ouvi o som repentino do Mar...
E nada mais me apareceu...
Ate que eu vi algo..
Tão distante...
Tão perto...
Tão disperso...
Sorri hipocritamente...
Quando queria chorar...
Quando não podia mais esperar...
E ele vem...
Com seu ombro e suas palavras...
E acalenta minha dor...
Me queima em amor...
A musica que o Sol toca...
Não mais me toca que os olhos algados...
A luz que o Sol me dar...
Não aquece como as mãos delicadas....
E nada mais me apareceu...
Ate que eu vi algo..
Tão distante...
Tão perto...
Tão disperso...
Sorri hipocritamente...
Quando queria chorar...
Quando não podia mais esperar...
E ele vem...
Com seu ombro e suas palavras...
E acalenta minha dor...
Me queima em amor...
A musica que o Sol toca...
Não mais me toca que os olhos algados...
A luz que o Sol me dar...
Não aquece como as mãos delicadas....
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
§ Meu Bebê §
Dois pequeninosolhos
Observam a entrada
Imersos em apatia
Com seus dedinhos escondidos
Uma pequena boquinha sorridente
E seus dentes lambusados de doce
Com sua lingua limpandos os labios sujos
Nos seus olhos o brilho
De quem acabou de ser presenteado
E seu sorriso em um instante muda
Um pedido percorre os ouvidos:
" Me dê sua paz..."
A mãozinha discreta chega a boca
" Só isso não me satisfaz."
Observam a entrada
Imersos em apatia
Com seus dedinhos escondidos
Uma pequena boquinha sorridente
E seus dentes lambusados de doce
Com sua lingua limpandos os labios sujos
Nos seus olhos o brilho
De quem acabou de ser presenteado
E seu sorriso em um instante muda
Um pedido percorre os ouvidos:
" Me dê sua paz..."
A mãozinha discreta chega a boca
" Só isso não me satisfaz."
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