§ Uma licença permanente e erante, descontente com o que tem...
Sinto e dessinto o que nem eu queria sentir, e vendo que sinto não consigo resistir...
Resisto para não pecar... pois minhas criançam não pecam... pouco.
Em busca da beleza, que nem as fadas atingiram e surgiram apos para reevidica-la
Minhas fadas tem asas e acreditam em tudo que lhe contam, descontam e recontam...
Me Ensine como fazer isso?... eu te conto meu segredo... soberbo...
Um paradoxo infantil... sugerido a minha eterna velhice...
Mais quero ser jovem... e fadas são jovem... e dezenhos são jovem...
Por que humanos tem que ser velho???
Minhas crianças assim pesam e dispensam qualquer Sugestão...
Minhas!... Apenas minhas crianças!... Mortas... Remotas... De meus braços... §
domingo, 3 de fevereiro de 2008
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