sábado, 16 de fevereiro de 2008

§ Arvore dos Sonhos §

§ Sonhos §

Todos os sonhos condensados em uma so palavra

Quanto ardor

Toda a luz em um so feiche

Que defecha toda a escuridão

Toda a tristeza em uma so imgem

Bela e deturbada

Pertubada...

Diziam dos sois que giravam

E assim todo o tempo do mundo parava

Em um so segundo

(o mais pertubador )

Como se fosse um favor

Seja la como chama-lo

Todas as imagens em um so olhar

Que não sustenta esperança

De um dia voltar

A ter o mesmo carinho pelas coisas perdidas

Toda a coragem consentrada em um so medo

Dando a si mesmo a friesa

Para nem mesmo os sentimentos nobres entrem em si

Para que não compilar-se em heresia

Toda hipocresia em um sorriso

Quase feliz

Mais ainda sim infeliz

Esperando para mentir

Para vos atingir


Todos os sentimentos unidos em um sonho

Que talvez nunca venha a acontecer

domingo, 3 de fevereiro de 2008

§ Criança Viva §

§ Crianças Mortas §

§ Uma licença permanente e erante, descontente com o que tem...
Sinto e dessinto o que nem eu queria sentir, e vendo que sinto não consigo resistir...
Resisto para não pecar... pois minhas criançam não pecam... pouco.
Em busca da beleza, que nem as fadas atingiram e surgiram apos para reevidica-la
Minhas fadas tem asas e acreditam em tudo que lhe contam, descontam e recontam...
Me Ensine como fazer isso?... eu te conto meu segredo... soberbo...
Um paradoxo infantil... sugerido a minha eterna velhice...
Mais quero ser jovem... e fadas são jovem... e dezenhos são jovem...
Por que humanos tem que ser velho???
Minhas crianças assim pesam e dispensam qualquer Sugestão...
Minhas!... Apenas minhas crianças!... Mortas... Remotas... De meus braços... §